PETRA
Controladoria simplificada

O departamento financeiro que a sua empresa nunca teve.

Empresa grande tem controladoria: alguém que organiza os números, projeta o caixa e coloca a decisão em cima de dado, não de intuição. A PETRA leva essa função para quem nunca pôde ter uma.

A PETRA ajuda empresários a implantar uma gestão financeira sólida para que possam liderar seus negócios com clareza, responsabilidade e crescimento sustentável.

As três últimas palavras não são enfeite. Cada uma tem um significado prático, e é por elas que o nosso trabalho é medido:

Clareza

Saber o que está acontecendo com o dinheiro agora, sem depender de memória, de intuição nem do saldo da conta.

Responsabilidade

Responder pelo que foi confiado a você — por sócios, clientes, funcionários e fornecedores.

Crescimento sustentável

Crescer sem ficar mais frágil. Faturar mais sem que cada mês novo aumente o risco de faltar caixa.

A empresa vende, mas o dinheiro não fica

É a mesma cena em setores e faturamentos diferentes: um dono que trabalha demais, uma empresa que vende bem, e ninguém capaz de responder à pergunta mais simples de todas — quanto sobrou no mês passado, e por quê.

A conclusão costuma ser a mesma: "preciso vender mais". Só que vender mais sem conhecer margem, sem controlar gasto e sem projetar caixa não corrige nada — só aumenta a escala do que já está errado.

O que falta não é esforço nem faturamento. É controladoria: a gestão que conecta os números da empresa às decisões do dia a dia.

Contabilidade e controladoria são complementares. A contabilidade registra as movimentações, organiza a informação e atende às obrigações contábeis e fiscais — é a base. A controladoria usa esses números, junto com os operacionais, para acompanhar resultado, identificar desperdício, projetar caixa e planejar o passo seguinte.

A PETRA não substitui o seu contador. Ela implanta a estrutura de gestão financeira que permite entender o que acontece com o dinheiro da empresa e decidir com mais segurança.

Cinco frentes, e uma ordem que a empresa não escolhe

PETRA é a inicial das cinco frentes. A sigla serve para lembrar delas — não para ordená-las. A ordem de implantação é outra, e ela não é preferência: é dependência.

4º a implantar
P

Planejamento

Orçamento, ponto de equilíbrio e projeção de caixa.

1º a implantar
E

Entidade

Empresa e sócio separados, com pró-labore definido.

2º a implantar
T

Tesouraria

Rotina de registro, conciliação e fechamento.

3º a implantar
R

Resultado

Margem demonstrável por produto, cliente e canal.

5º a implantar
A

Administração Responsável

Reserva dimensionada e decisão com base em números.

Começa em Entidade, porque enquanto empresa e sócio dividem o mesmo bolso todo número que vier depois está contaminado. Segue em Tesouraria: sem registro e conciliação não existem números para analisar. Só então Resultado, que se calcula sobre movimento registrado.

Planejamento vem quase no fim — e é a inversão que mais surpreende quem chega. Orçamento e ponto de equilíbrio exigem histórico e margem conhecida; sem isso, o orçamento é chute com aparência de plano. Por último a Administração Responsável, porque dimensionar reserva pressupõe saber quanto custa um mês.

É por isso que a Radiografia não devolve uma lista alfabética: ela devolve as constatações na ordem em que uma trava a outra.

Conhecer o Método PETRA em detalhe →

Quem somos

A PETRA é um ecossistema de gestão financeira construído sobre uma metodologia própria: o Método PETRA. Diagnóstico, acompanhamento, implantação e execução — quatro formas de percorrer o mesmo caminho.

Ecossistema, e não catálogo de serviços soltos, porque cada peça alimenta a seguinte. A Radiografia mede as cinco frentes do método e dá uma nota a cada uma. A mentoria acompanha quem está percorrendo, a implantação instala a controladoria em quem já tem operação financeira mas não tem quem leia os números, e o BPO executa para quem não tem quem execute. O trabalho feito numa peça não se perde na próxima: a nota de cada frente é o que define o escopo do que vem depois.

As ferramentas que acompanham — planilha de fluxo, dashboard, pedidos prontos para inteligência artificial — não são o produto. Planilha qualquer um monta. O que tem valor é o critério de classificação por trás dela, a rotina que a mantém viva e a leitura do que os números dizem. As ferramentas são só onde o método toca o dia a dia.

Existe para levar à pequena e média empresa uma função que sempre foi privilégio das grandes — alguém responsável por organizar os números, projetar o caixa e colocar a decisão em cima de dado.

Nasceu de uma constatação repetida ao longo de 24 anos de projetos: o começo é sempre igual. Entrar numa empresa, levantar o que está solto, apresentar por onde começar. Os setores mudam, os faturamentos mudam — a lista de pontos críticos quase não muda.

Se o começo se repete, ele pode ser sistematizado. Foi daí que saiu o Método PETRA, e é por isso que existe a Radiografia: o que antes dependia de um profissional presente virou algo que a própria empresa aplica.

Isso é uma escolha, não uma limitação. Trabalho que só funciona enquanto o consultor está na sala não deixa método — deixa dependência. A PETRA foi construída para que o conhecimento fique na empresa que contrata, e não na agenda de quem atende. Vale inclusive quando somos nós a implantar: a entrega só termina quando a rotina roda sem nós.

Murilo Freitas, sócio-fundador da PETRA e criador do Método PETRA
Sócio-fundador · criador do Método PETRA

Murilo Freitas

Contador de formação, com MBA em Finanças. Seis anos em Auditoria e Consultoria numa Big Four, olhando empresas de fora para dentro, e dezoito anos em Controladoria, implantando controles por dentro.

São duas visões do mesmo problema: a auditoria ensina a desconfiar do número até que ele se prove; a controladoria ensina a construir o número que se sustenta. É a combinação das duas que está dentro do método.

Petra · πέτρα · rocha

De onde vem o nome

Petra é a palavra grega para rocha. Vem da imagem de duas casas: uma construída sobre a rocha, outra sobre a areia.

As duas enfrentam a mesma chuva. A tempestade não escolhe — a diferença nunca esteve no clima, esteve no alicerce.

É o que se vê em empresa. Duas atravessam o mesmo cliente que atrasa, o mesmo mês fraco, a mesma fatura inesperada. Uma absorve e segue; a outra entra em crise. E quase nunca é a que vendia menos.

Alicerce é a parte da obra que ninguém vê e que não impressiona visita: registrar lançamento, conciliar banco, fechar o mês, separar o que é da empresa do que é seu.

Mas ter alicerce não basta — ele precisa estar assentado na rocha. Em empresa, rocha é número conferido, rotina que acontece todo mês e reserva para imprevistos. Areia é decidir de memória, confiando na sensação de que está entrando dinheiro. É para firmar esse alicerce na rocha que a PETRA existe.

Gestão financeira firmada na rocha.
No que acreditamos

Boa mordomia

Administrar uma empresa é exercer boa mordomia sobre os recursos que foram confiados a você.

Recursos confiados por sócios, por clientes que pagaram adiantado, por funcionários que contam com o salário no dia cinco, por fornecedores que entregaram antes de receber. Cuidar bem disso não é burocracia nem excesso de zelo — é a obrigação de quem aceitou a responsabilidade.

É por isso que o nosso trabalho começa sempre no mesmo lugar: fazer a empresa saber o que tem, o que deve e o que sobra. Sem isso, qualquer decisão seguinte é aposta.

Comece sabendo onde a sua empresa está

A Radiografia Financeira dá uma nota de 0 a 100, aponta o que está frágil em cada uma das cinco frentes e diz o que resolver primeiro.

Fazer a Radiografia Financeira

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Só se você já fez a Radiografia. Com o CNPJ eu chego na conversa sabendo a nota de cada frente, sem você precisar procurar código nenhum.

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